Como vos disse, estava a terminar de ler um livro e terminei-o na quinta-feira, por isso já li dois, sendo a minha meta para este ano de cinco. E claro, estou a ler da Lesley Pearse, porque ela é a minha autora preferida. Porque ela não é só uma romancista, ela escreve históras fortes, de mulheres poderosas, todas elas diferentes, mas todas inspiradas historias reais. Os livros dela são sempre grandes, porque ela é uma autora muito completa, vai a todos os pormenores e descreve-os detalhadamente, como se ao lermos estivessemos a viver o momento.
Nunca me esqueças, é um bestseller lançado em 2003, mas só chegou a Potrtugal em 2008 e claro, foi tão vendido que me foi dificil comprar, só consegui na edição de 2017. E quando disse nas redes sociais que o tinha lido, muitas pessoas disseram que o tinham lido também, que gostaram e que lhes causou as mesmas emoções que em mim. Acredito que muitas de vocês também tenham lido, mas para quem ainda não teve essa oportunidade, passo a resumir.
Esta história é real, aconteceu em 1786. É a história da Mary que aos 20 anos imigra de Fowey à procura de emprego, deixando os pais e a irmã para trás. É apanhada a roubar um chapéu e a sentença, na altura, era a forca ou a deportação. Então, inicialmente fica num navio prisão onde não existe qualquer tipo de condições. Então, à procura delas conhece e apaixona-se pelo tenente Tench, mas acaba por virar amante de outro, para ter comida e roupa.
Na altura da deportação engravida, mas nada diz ao pai e quando tem a filha, chama-lhe Charlotte, porque era o nome do navio em que estava a ser deportada. Tench aconselha-a a casar-se com um prisioneiro e ao chegarem a terra, casa com Will de quem engravida, e nasce o Emmanuel. Mais tarde, plaaneia a fuga e ela, os filhos, o marido e mais quatro homens fogem de barco, 5000 quilómetros.
Um tempo depois de terem chegado onde queriam, são apanhados e mandados de volta para Inglaterra, mas durante essa viagem morre o filho, um dia depois o marido e um mês depois a filha. Em Inglaterra fica novamente detida, até que meses depois um adevogado consegue que ela seja perdoada, ajudada por ele nos primeiros tempo até que ela reencontra a irmã que a convence a voltar a casa.
Causou-me lágrimas e prendeu-me muito. Aconselho-o vivamente, ninguém se vai arrepender! Hoje vou começar a ler A Melodia do Amor.
















